
Conversa
A gente não precisa de mágica, dinheiro, nada disso.

A gente não precisa de mágica, dinheiro, nada disso.

E foi aí que eu cometi o meu erro estratégico: deixei ele escolher o filme.

Existe um fio de dignidade, ainda que patética, de ser o contrapeso invisível do caos de outra pessoa.

O erro fatal foi deixar você dar o play no DVD, né?

É um ponto de partida. Ou um convite para o lugar nenhum.

Nem o sorriso era meu mais

Alguns lugares guardam mais do que parecem.

E se eu disser que você está a um movimento de se aliar ao grupo mais exclusivo da galáxia? ...

O silêncio das palavras perfeitas

O tempo ressoa com o eco das coisas mal feitas

Memória de sangue

Karin descobre o segredo do universo.

O que antes era diariamente ocupado por um número sem fim de carros e pessoas indo de um lado ao outro agora parece cena de um filme apocalíptico qualquer.

Em algum lugar do passado, é tudo igual, nada se move.

O Homem diminui à medida que a cidade cresce

A jornada dentro do deserto da sua mente estava prestes a começar.

O seu sorriso era o mesmo, os seus olhos castanhos brilharam naquela tarde e eu, finalmente, sorri de volta.

Tem dias que lembro daquela noite e me arrependo de tudo o que deveria ter feito e não fiz, tem dias — quando fico um pouco alto — que apenas dou risada.

Pior é ficar preso no mesmo ciclo sem fim.

Um sonho (ruim)

Lembraças malditas em abas que se acumulam.

Era uma vez uma pessoa que não conseguia escrever um novo texto.

Meus contos inacabados nunca darão um livro.

Uma despedida em forma de carta.

Sobre braços curtos e botões que mudam de lugar.

Um texto finalizado nada mais é do que um ato fortuito de coragem (ou imprudência) cometido quando ninguém está olhando.

O trenzinho da sacanagem

Se amar demais for crime, prenda nós tudo aqui!

Ela tinha medo de ser assaltada num condomínio fechado com segurança 24 horas e câmeras a cada dois metros.
Propositalmente ele vai ser assim mesmo, nessa vibe início dos anos 2000.